Pode até parecer, mas aquele final não tem nada de feliz. Na verdade é muito do cruel. Ou aquela piscadinha é a maior metáfora do cinema ou Walsh era mesmo muito filho da puta. A doentia ambição ali não mais estaria presente apenas no personagem de George Raft, pois então teria se alastrado a todos que participaram daqueles acontecimentos que vieram de momento em momento, desde o minuto inicial, a tela. Situações de desespero, que testavam a humanidade em cada um. E são várias as provações pelas quais eles têm que atravessar, mas eis que Walsh lança seu olhar e a esperança depositada no homem é: nula. Este era o pai da maldade.
